Um olhar interior...

Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

 

Cherish The Day

 

You're ruling the way that i move
and i breathe your air
you only can rescue me
this is my prayer

if you were mine
if you were mine
i wouldn't want to go to heaven

i cherish the day
i won't go astray
i won't be afraid
you won't catch me running
you're ruling the way that i move
you take my air

you show me how deep love can be

you're ruling the way that i move
and i breathe your air
you only can rescue me
this is my prayer

i cherish the day
i won't go astray
i won't be afraid
you won't catch me running
i cherish the day
i won't go astray
i won't be afraid
won't run away

you show me how deep love can be
you show me how deep love can be
this is my prayer

i cherish the day
i won't go astray
i won't be afraid
won't run away
won't shyshy,

i cherish the day
i won't go astray

i cherish the day
i cherish the day
i cherish the day
i cherish the day
i cherish the day

 

SADE

publicado por AIMSF às 11:16
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Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

 

 

"If You Were A Sailboat"

If you're a cowboy I would trail you,
If you're a piece of wood I'd nail you to the floor.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
If you're a river I would swim you,
If you're a house I would live in you all my days.
If you're a preacher I'd begin to change my ways.

Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.

If I was in jail I know you'd spring me
If I was a telephone you'd ring me all day long
If was in pain I know you'd sing me soothing songs.

Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.

If I was hungry you would feed me
If I was in darkness you would lead me to the light
If I was a book I know you'd read me every night

If you're a cowboy I would trail you,
If you're a piece of wood I'd nail you to the floor.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
If you're a sailboat I would sail you to the shore

 

publicado por AIMSF às 15:25
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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010

 

It still feels like our first night together
It feels like the first kiss
And it's getting better, baby
No one can better this
I'm still holding on
You're still the one

The first time our eyes met
It's the same feeling I get
Only feels much stronger
I wanna love you longer
You still turn the fire on

So, if you're feeling lonely, don't!
You're the only one I'd ever want!
I only wanna make it go,
So, if I love you
A little more than I should


Please, forgive me
I know not what I do
Please, forgive me
I can't stop loving you
Don't deny me
This pain I'm going through
Please, forgive me
If I need you like I do
Please, believe me
Every word I say is true
Please, forgive me
I can't stop loving you.

Still feels like our best times together
Feels like the first touch
We're still getting closer, baby
Can't get close enough
I'm still holding on
You're still number one

I remember the smell of your skin
I remember everything
I remember all your moves
I remember you, yeah...
I remember the night
You know I still do!


So, if you're feeling lonely, don't!
You're the only one I'd ever want!
I only wanna make it go,
So, if I love you
A little more than I should.


Please, forgive me
I know not what I do
Please, forgive me
I can't stop loving you
Don't deny me
This pain I'm going through
Please, forgive me
If I need you like I do
Oh, believe me
Every word I say is true
Please, forgive me
I can't stop loving you.

The one thing I'm sure of
Is the way we make love!
The one thing I depend on
Is for us to stay strong
With every word and every breath, I'm praying
That's why I'm saying...


Please, forgive me
I know not what I do
Please, forgive me
I can't stop loving you
Don't deny me
This pain I'm going through
Please, forgive me
If I need you like I do
Baby, believe me
Every word I say is true
Please, forgive me
If I can't stop loving you
Never leave me
I don´t know what I'd do
Please, forgive me
I can´t stop loving you

Yeah! I can´t stop loving you.
 

Bryan Adams

publicado por AIMSF às 16:15
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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

 

 

Tempo de Poesia

 

"Todo o tempo é de poesia
Desde a névoa da manhã
à névoa do outro dia.
Desde a quentura do ventre
à frigidez da agonia
Todo o tempo é de poesia
Entre bombas que deflagram.
Corolas que se desdobram.
Corpos que em sangue soçobram.
Vidas qu'a amar se consagram.
Sob a cúpula sombria
das mãos que pedem vingança.
Sob o arco da aliança
da celeste alegoria.
Todo o tempo é de poesia.
Desde a arrumação ao caos
à confusão da harmonia."


António Gedeão, in Movimento Perpétuo

publicado por AIMSF às 10:55
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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

 

Essa tal liberdade

 

O que é que eu vou fazer com essa tal liberdade
Se estou na solidão pensando em você
Eu nunca imaginei sentir tanta saudade
Meu coração não sabe como te esquecer

Eu andei errado, eu pisei na bola
Troquei quem mais amava por uma ilusão
Mas a gente aprende, a vida é uma escola
Não é assim que acaba uma grande paixão

Quero te abraçar, quero te beijar
Te desejo noite e dia
Quero me prender todo em você
Você é tudo o que eu queria

O que é que eu vou fazer com esse fim de tarde
Prá onde quer que eu olhe lembro de você
Não sei se fico aqui ou mudo de cidade
Sinceramente amor, não sei o que fazer

Eu andei errado, eu pisei na bola
Achei que era melhor tocar outra canção
Mas a gente aprende, a vida é uma escola
Eu troco a liberdade pelo teu perdão


Quero te abraçar, quero te beijar
Te desejo noite e dia
Quero me prender todo em você
Você é tudo o que eu queria
 

publicado por AIMSF às 14:28
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

TABACARIA

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa,
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei-de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantámo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, sem rol, para o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu, que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -,
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei, e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.

Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-te como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olhou-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.

O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o: é o Esteves sem metafísica.
(O dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o dono da Tabacaria sorriu.

Fernando Pessoa, 1888-1935, poeta português

publicado por AIMSF às 11:57
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

 

DESEJO A TODOS OS MEUS AMIGOS E AMIGAS

QUE O ANO DE 2010 SEJA UMA ANO CHEIO DE ALEGRIA,

SEM PROBLEMAS, CHEIO DE SAÚDE, ISENTO DE TRISTEZAS,

RECHEADO DE MUITO AMOR, CHEIO DE MOMENTOS DOCES E AGRADÁVEIS,

REPLETO DE SORRISOS, SEM PROBLEMAS DE DINHEIRO (QUE O HAJA COM FARTURA).

 

PARA OS MAIS OPTIMISTAS:

CONTINUEM A PENSAR ASSIM!!!

 

PARA OS MAIS PESSIMISTAS:

SEJAM FELIZES E PENSEM POSITIVO!!!

 

PARA OS RABUGENTOS:

SORRIAM MUITO E GRITEM BEM ALTO!!!

 

PARA OS APAIXONADOS:

AMEM MUITO E DE TODAS AS MANEIRAS!!!

 

PARA OS GORDOS:

COMAM COM MODERAÇÃO!!!

 

PARA OS MAGROS:

COMAM DE TUDO UM POUCO!!!

 

PARA OS QUE NÃO SE ENQUADRAM NOS ITENS ANTERIORES, DESEJO-LHES QUE:

COMAM, VIVAM, RIAM, PRATIQUEM MUITO SEXO COM AMOR, BEIJEM MUITO, CORRAM, SALTEM, NADEM, VIAJEM, E POR FAVOR ESQUEÇAM A CRISE PORQUE ELA NÃO EXITE SE SOUBEREM TIRAR PARTIDO DE CADA MOMENTO DA  VIDA NÃO HAVERÁ CRISE QUE VOS ABALE.

 

 

PARA TODOS VOTOS DE UM 2010 POSITIVO, ALEGRE E COM SAÚDE.

 

Ana Fernandes- AIMSF

publicado por AIMSF às 00:00
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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

 

Mais um ano que está a acabar e é altura de fazer um balanço na minha vida.

Há algumas perguntas que me ajudam a situar e relembrar os melhores dias e alguns piores durante o ano de 2009. Alcançei objectivos? Soube fazer os outros felizes? Fui eu própria feliz? Ajudei quem me pediu ajuda? Aprendi algo de novo?

 

Tantas perguntas que requerem uma resposta e para todas há essa resposta!: Sim!!!

Tentei e consegui realizar alguns objectivos e fui feliz ao realizá-los.

 

Mas um novo ano está para começar e ainda restam 3 dias que quero aproveitar para os viver de forma intensa e feliz.

 

Vou terminar este ano de uma maneira não muito diferente das dos outros anos mas com uma  grande certeza: este ano foi melhor do que os outros e que o próximo será ainda melhor.

 

É assim que quero sentir que vivo, que cada momento é melhor que o outro e que são todos bons.

 

Às minhas amigas Sónia e Lúcia um bom aniversário e que sejam felizes também!!!

 

Beijos e bom fim de 2009!!!

 

 

Ana Fernandes- AIMSF

 

 

 

publicado por AIMSF às 12:16
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Tortura

Tirar dentro do peito a Emoção,
A lúcida verdade, o Sentimento!
-- E ser, depois de vir do coração,
Um punhado de cinza esparso ao vento!...

Sonhar um verso de alto pensamento,
E puro como um ritmo de oração!
-- E ser, depois de vir do coração,
O pó, o nada, o sonho dum momento...

São assim ocos, rudes, os meus versos:
Rimas perdidas, vendavais dispersos,
Com que eu iludo os outros, com que minto!

Quem me dera encontrar o verso puro,
O verso altivo e forte, estranho e duro,
Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!

                            Florbela Espanca

publicado por AIMSF às 13:24
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

 

HOW AM I SUPPOSED TO LIVE WITHOUT YOU

I could hardly believe it, when I heard the news today
I had to come and get it straight from you
They said you were leaving, someone's swept your heart away
From the look upon your face, I see it's true.
So tell me all about it, tell me 'bout the plans you're making
Then tell me one thing more before I go

Tell me how am I supposed to live without you
Now that I've been loving you so long
How am I supposed to live without you
How am I supposed to carry on
When all that I've been living for is gone.

I didn't come here for crying, didn't come here to break down
It's just a dream of mine is coming to an end
And how can I blame you, when I build my world around
The hope that one day we'd be so much more than friends
And I don't want to know the price i'm gonna pay for dreaming
When even now it's more than I can take

Tell me how am I supposed to live without you
Now that I've been loving you so long
How am I supposed to live without you
How am I supposed to carry on
When all that I've been living for is gone.

And I don't want to face the price I'm gonna pay for dreaming
Now that your dream has come true.

Michael Bolton

 

publicado por AIMSF às 12:02
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