Um olhar interior...

Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

 

 

publicado por AIMSF às 14:57
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Sábado, 28 de Novembro de 2009

 

 

 

 

 DESEJO UM BEIJO TEU... Meu Amor


Tua boca tem o sabor do mar
A magia e os mistérios dos oceanos profundos...
Mergulhar nesses lábios
É subir aos céus e...
E em seguida descer ao inferno...
Inferno criado por tua ausência.

Desejar um beijo teu, meu amor,
É sentir a maciez da tua boca
Carnuda,
Sedutora,
Infernal.
É sentir o toque dos teus lábios
Nos meus olhos fechados
Ouvindo tua voz macia dizer, perguntar,
Que foi que aconteceu para eu gostar tanto assim de ti?

Nesse dia especial,
Desejar um beijo teu, meu amor,
É sentir todas as formas de beijar...
Beijos cálidos, quentes...
Do amigo, amante...
Beijos puros, doces que acalentam
E me fazem dormir depois do cansaço.

Desejar um beijo teu, meu amor,
É sentir por todo meu corpo
A caricia dos ventos suaves
Nas noites de calmaria...

Mas, desejar um beijo teu, meu amor,
Como desejo agora...
É sentir a violência dos ventos uivantes
E o calor do SOL
Que me dilaceram as carnes,
Os sentidos...
Fazendo-me perdida entre esse beijo...
E, o desejo de te possuir com outros beijos...
Beijos,
Beijos,
Beijos...

 

Reinadi Sampaio (eu flor-caminho só)

publicado por AIMSF às 22:23
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

A Casada Infiel

 

Levei-a comigo ao rio,
pensando que era donzela,
porém já tinha marido.
Foi na noite de Santiago
e quase por compromisso.
Os lampiões se apagaram
e acenderam-se os grilos.
Nas derradeiras esquinas
toquei seus peitos dormidos
e pra mim logo se abriram
como ramos de jacintos.
A goma de sua anágua
soava no meu ouvido,
como uma peça de seda
lacerada por dez facas.
Sem luz de prata nas copas
as árvores têm crescido,
e um horizonte de cães
ladra mui longe do rio.

*

Passadas as sarçamoras
os juncos e os espinheiros,
por debaixo da folhagem
fiz um fojo sobre o limo.
Minha gravata tirei.
Tirou ela seu vestido.
Eu, o cinto com revólver.
Ela, seus quatro corpetes.
Nem nardos nem caracóis
têm uma cútis tão fina,
nem os cristais ao luar
resplandecem com tal brilho.
Suas coxas me fugiam
como peixes surpreendidos,
metade cheia de lume,
metade cheia de frio.
Percorri naquela noite
o mais belo dos caminhos,
montado em potra de nácar
sem bridas e sem estribos.
Dizer não quero, homem sendo,
as coisas que ela me disse.
A luz do entendimento
me faz ser mui comedido.
Suja de beijos e areia,
trouxe-a comigo do rio.
A aragem travava luta
com as espadas dos lírios.
Portei-me como quem sou.
Como um gitano legítimo.
Uma cesta de costura
dei-lhe de raso palhiço
e não quis enamorar-me
porque tendo ela marido
me disse que era donzela
quando a levava eu ao rio.

Federico García Lorca, in 'Romanceiro Gitano'

publicado por AIMSF às 13:39
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

 

Estranha Sensação

 

Que amor é esse, que nos torna enlouquente
Sem medo do amor, sem medo da gente
com toques perfeitos, e os beijos mais ardentes
Uma paixão avassaladora, um amor envolvente

O que é isso que nos protege,
É amor ou questão de pele?
Porque nossos peitos desatinam a bater
Por um sentimento que nem se pode ver

Porque esses arrepios, esses momentos perfeitos?
esses desejos infinitos, que não cabem mais no peito
como a gente pode viver assim?
dependente de outros.

A resposta ainda a procuro
Enquanto isso, viveremos
A mais estranha, e melhor sensação que se pode sentir.

 

Autor desconhecido

publicado por AIMSF às 15:06
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Domingo, 14 de Junho de 2009

0038.jpg image by recado

 

Sentido da Vida

 

Nos olhos do mundo a vida reina

E te pergunta,

A quem te entregas hoje?

A fiel resposta que sai da tua boca

Deixa transparecer o teu poder.

Ficas sem as palavras que trocas

Por beijos intensos e verdadeiros!

 

No sentido de teus desejos

Perco-me em ti e tu em mim

Gritamos um amor forte

Pedimos à vida que nos unifique

E nos dê a merecida união.

 

Entre a vontade de saber que queres

( eu também tenho essa vontade).

Imploras a teu jeito

Exiges o teu direito

Eu cercada pela vida,

Entrego-me perdida.

 

E então qual é o teu sentido?

 

Eu luto e desejo ter muita vida.

 

 

Ana Fernandes- AIMSF

publicado por AIMSF às 22:16
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